oficinas criativas

Sempre que agendar uma visita ao Museu, para grupos superiores a 10 pessoas, o Serviço Educativo disponibiliza diversas oficinas adaptadas às idades e interesses do grupo.

Para ficar a conhecer a oferta que temos visite a nossa agenda ou subscreva a agenda digital.

 

OFICINAS CRIATIVAS

 

QUE LAÇADA

Recorrendo a uma cantiga, gestos e outros truques, sentados em roda, os mais pequenos vão aprender a apertar os cordões do sapato. 

 

ASAS NOS PÉS

E se pudéssemos voar com uns sapatos alados? E se pudéssemos ter asas nos pés? Que sapatos nos fariam voar?

 

AS SANJO ANDAM AÍ...

A Sanjo é uma marca de sapatilhas de S. João da Madeira que ficou célebre por todo o país. Por isso, no Museu do Calçado há uma vitrine cheia de belas sapatilhas Sanjo. Depois de verem os diferentes modelos os visitantes irão criar a sua própria sanjo. 

 

AS DOBRAS DE UMA SANDÁLIA

Depois de realizada a visita ao Túnel do Tempo os visitantes ficam a conhecer o primeiro calçado usado pelo Homem. A sandália foi um dos primeiros modelos e variou de uma simples tira sobre o pé até modelos mais complexos. Partindo da técnica de dobras e colagens os visitantes vão criar uma sandália à escala real.

 

DÁ-ME A HONRA DESTA DANÇA?

A história da evolução do calçado está intimamente ligada à história da dança. Nesta oficina, os participantes vão ter oportunidade de experimentar diversos passos de dança característicos de diferentes períodos históricos, como a valsa ou o can-can do século XIX, o charleston dos anos 1920, o rock’n roll dos anos 1950 ou o disco da década de 1980.

 

O MEU PRIMEIRO SAPATO

Recorrendo a técnicas de modelação de calçado utilizadas na indústria, cada visitante é convidado a criar o seu primeiro sapato, tendo em conta as especificidades técnicas das matérias-primas e os diferentes modos de produção.

 

ISTO É UM SAPATO?

O núcleo expositivo “Sapatos de Arte” expõe obras de arte cujo tema principal é o calçado. Esta atividade propõe exatamente trabalhar sobre a frágil fronteira que distingue o sapato enquanto objeto do quotidiano e objeto artístico. Tendo por base uma forma de calçado, os visitantes criam o seu próprio “sapato de arte” e decidem onde colocar essa fronteira.

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